O Observatório da Convivência Escolar fez chegar às escolas de todo o país um convite para que, entre os dias 27 e 31 de janeiro de 2025, se assinale a “Semana da Convivência Escolar”.
Numa altura em que se torna essencial reforçar o trabalho que vem sendo feito no sentido de garantir que em todas as escolas se viva em saudável convivência, o Observatório desafiou as escolas a organizarem iniciativas que tenham por objetivo estimular os comportamentos e as atitudes que contribuem para um ambiente escolar positivo, solidário e culturalmente consciente, visando dessa forma um maior sucesso escolar por parte dos alunos.
Além do convite enviado às escolas, as sete entidades que constituem o Observatório da Convivência Escolar vão promover, elas próprias, durante essa semana, iniciativas de alto valor acrescentado que vão desde sessões de sensibilização a conferências online (cujo calendário de iniciativas pode consultar em baixo) e que terão o seu culminar a 31 de janeiro, no Porto, no Auditório do Sindicatos dos Professores da Zona Norte (SPZN), com o Seminário “Na escola aprender a conviver”, com a participação de elementos de todas as organizações que compõem o Observatório, além de outros oradores convidados.
As escolas são genericamente, e devem ser estimuladas a continuar a ser, ambientes de trabalho positivos e seguros de ensino e aprendizagem, de cidadania e de democracia e nesse sentido entende-se que importa fortalecer as ações que em muitas circunstâncias vão sendo por elas realizadas com aqueles objetivos.O Observatório da Convivência Escolar também apela a todas as escolas portuguesas que lhe façam chegar as boas práticas que foram, estão a ser ou virão a ser postas em prática, no âmbito da promoção de um clima escolar saudável.
O Observatório da Convivência Escolar é constituído pela FNE – Federação Nacional da Educação, a AFIET – Associação para a Formação e Investigação em Educação e Trabalho, CONFAP – Confederação Nacional das Associações de Pais, ANDAEP – Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas, Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP), IAC – Instituto de Apoio à Criança e APF – Associação para o Planeamento da Família.
Los problemas de convivencia escolar (CE) forman parte de las preocupaciones en el ambiente educativo. La investigación busca identificar los estudios cuantitativos que han utilizado instrumentos de evaluación de CE y verificar la cantidad de instrumentos aplicados en los últimos diez años. Se efectuó una revisión sistemática utilizando la base de datos de Scopus, ProQuest y SciELO. El diagrama Prisma se aplicó para sistematizar la información. Se identificó 9 estudios, los que han sido efectuados en Chile, Colombia y México. Se ha verificado dos instrumentos de CE, que son los más utilizados: la “Escala de Convivencia Escolar” (ECE), que es aplicable a estudiantes, y el Cuestionario de Arancibia, que abarca una mayor cantidad de dimensiones y agentes educativos.
Se sugiere que ambos instrumentos son aplicables para medir la convivencia escolar, pero considerando diferentes participantes (estudiantes; y profesorado-estudiantes, respectivamente).
https://convivenciaescolar.pt/wp-content/uploads/2024/11/471.png9241640convivenhttps://convivenciaescolar.pt/wp-content/uploads/2024/09/observatorio_preto-300x138.pngconviven2024-11-13 11:44:582025-09-17 11:09:41REVISIÓN SISTEMÁTICA SOBRE LOSINSTRUMENTOS DE MEDICIÓN DE LACONVIVENCIA ESCOLAR UTILIZADOS ENLATINOAMÉRICA
Esta investigação teve como marco referencial a hipótese de que as instituições participativas (IP) e os mecanismos de participação institucionalizados pelos governos do Estado de Minas Gerais a partir de 1983 impulsionaram sistemas deliberativos na gestão das escolas estaduais. Os procedimentos metodológicos utilizados na pesquisa constituíram-se na revisão de literatura narrativa para levantamento de IP na gestão das escolas no período de 1980 a 2006, consulta aos dados disponíveis na Base de Dados dos autores para catalogar as IP existentes nas escolas no período de 2007 a 2013 e análise de documentos oficiais do Estado publicados no período de 2014 a 2018. Na análise dos dados, utilizou-se a “análise de conteúdo” sob a abordagem qualitativa. Os resultados evidenciaram uma gestão escolar que mudou parâmetros nos processos deliberativos, assim como estruturas organizacionais e as instâncias representativas e os espaços de deliberação. Estas mudanças gero uma arquitetura institucional que remete os processos da gestão escolar aos pressupostos teóricos do sistema deliberativo.
https://convivenciaescolar.pt/wp-content/uploads/2024/11/468.png9241640convivenhttps://convivenciaescolar.pt/wp-content/uploads/2024/09/observatorio_preto-300x138.pngconviven2024-11-13 11:41:372025-05-29 13:05:59Processos de Democracia Deliberativa na Gestão Escolar: Uma proposta de Novos Olhares
Empatia e Funções Executivas: Impactos na Convivência Escolar
O artigo “Implicaciones de la empatía en funciones ejecutivas de estudiantes con problemáticas de convivencia escolar” investiga a relação entre empatia e funções executivas em estudantes com dificuldades de convivência escolar. A pesquisa revela que baixos níveis de empatia e desempenho deficiente nas funções executivas estão associados a problemas de convivência, como o bullying. Por outro lado, estudantes com altos níveis de empatia demonstram melhor desempenho em funções executivas, como atenção seletiva e resolução de conflitos, contribuindo para um ambiente escolar mais harmonioso.
https://convivenciaescolar.pt/wp-content/uploads/2024/10/imagem7.png609923convivenhttps://convivenciaescolar.pt/wp-content/uploads/2024/09/observatorio_preto-300x138.pngconviven2024-10-03 16:29:402024-10-04 09:49:18Empatia e Funções Executivas: Impactos na Convivência Escolar
Convivência Escolar: Perspectivas da Orientação Educativa
O artigo “Convivencia Escolar: Perspectivas desde la Orientación Educativa” explora o papel crucial dos orientadores educacionais na promoção de uma convivência escolar pacífica. A pesquisa, realizada com 150 orientadores educacionais, destaca a necessidade de mudanças no modelo educativo para garantir uma disciplina escolar eficaz que promova a paz nos ambientes educacionais. Os orientadores reconhecem a importância de uma abordagem mais centrada na orientação educativa para enfrentar a violência escolar e melhorar o clima escolar.
Convivência Escolar e Subjetividades: Impactos dos Protocolos de Violência Escolar
O artigo “Convivencia Escolar: Subjetividades Escolares Atravessadas” analisa criticamente a judicialização da infância e adolescência nos protocolos de convivência escolar e na Lei sobre Violência Escolar N.º 20.536. A pesquisa destaca como esses protocolos fragmentam as experiências traumáticas dos estudantes, muitas vezes levando ao sofrimento psicológico expresso através do corpo, como em casos de autolesões ou tentativas de suicídio. A falta de uma escuta acolhedora para o desconforto subjetivo dos estudantes é apontada como um fator agravante para esses problemas.
https://convivenciaescolar.pt/wp-content/uploads/2024/10/pagina5.png609923convivenhttps://convivenciaescolar.pt/wp-content/uploads/2024/09/observatorio_preto-300x138.pngconviven2024-10-03 16:07:302024-10-04 09:49:35Convivência Escolar e Subjetividades: Impactos dos Protocolos de Violência Escolar